Historia do Senhor dos Milagres
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Patrono Jurado da Cidade

     Sebastián de Antuñano y Rivas e a irmã Josefa da Providência fizeram oportunas gestões diante do Cabido limenho, tendo uma magnífica acolhida, pois em seção do dia 21 de setembro de 1715, como demonstração de gratidão à milagrosa efígie do Senhor dos Milagres, decidiram dotar-lhe de missa cantada, com toda a solenidade e pompa, a qual seria celebrada no dia 14 de setembro, data da Exaltação da Santa Cruz, comprometendo-se a assistir o Cabido para sempre (atualmente no programa de atividades do mês de outubro consta uma Missa Solene dedicada ao Prefeito de Lima).
     Seis dias depois, segundo consta no livro nº 34 das atas capitulares, nas folhas 158 e verso, por certificação e testemunho do Escrivão Real Don Diego de Salazar, que ao pé da letra diz: "... pedindo humildemente a sua Divina Majestade que seja guarda e custódia desta cidade para que a defenda dos inimigos visíveis e invisíveis e de todos e de quaisquer males e trabalhos que a possam afligir...".
     A cidade de Lima havia cumprido assim com a cessão que fez no Cabido.
     Sebastián de Antuñano e Soror Josefa da Providência se dispuseram a adiantar em um dia a procissão, que nesse tempo era no dia 18 de outubro de cada ano, por essa razão, o dia 17 de outubro de 1715 é a data que nos lembra o primeiro recorrido processional do Senhor dos Milagres, como "Patrono Jurado da Cidade".

 
 
 
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