Historia do Senhor dos Milagres
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Os Carregadores da Imagem


    
Cada quadrilha tem um coordenador conhecido como capataz. Há também um subcapataz. Reunida a quadrilha, aguarda-se três sinais combinados com o capataz antes de entrar em ação. Primeiramente, os 34 homens que compõem a quadrilha são alertados "Gente!". Então diz "Armem!", os irmãos se agacham para colocar o andor nos ombros. Finalmente o capataz toca a campainha de prata e neste momento os carregadores levantam o andor e inicia-se o percorrido.

    Na época do Vice-rei Amat y Junient, fundaram-se as quatro primeiras quadrilhas de carregadores, quando os devotos já usavam o tradicional hábito roxo. Este feliz acontecimento ocorreu no dia 3 de maio de 1766. Quatro anos mais tarde fundou-se a oitava quadrilha e as doze restantes foram fundadas no século XX, entre 1904 e 1962.

  • A 11ª Quadrilha foi formada por componentes da primeira quadrilha. 
  • A 13ª Quadrilha de Polícia da Irmandade. 
  • A 14ª Quadrilha formada pelos "Portadores do Pálio" 
  • A 15ª Quadrilha iniciou-se com os irmãos que efetuavam trabalhos no templo, os da Brigada de Emergência e os cereiros e mistureiros. 
  • A 16ª Quadrilha formou-se com os integrantes da Brigada de Emergência. Cumprem função de primeiros socorros e para isso seus integrantes recebem instruções médicas ao longo do ano, estando assim capacitados para atender os casos de emergência nas procissões de outubro. 
  • A 17ª Quadrilha foi fundada pelos Guardiães do Senhor, os quais complementavam a 16ª quadrilha. 
  • A 18ª Quadrilha iniciou-se com componentes da antiga PIP. 
  • A 19ª y 20ª Quadrilha foram criadas com fins similares aos da ação católica. 

    Hoje em dia há cerca de 2.500 carregadores, organizados em 20 quadrilhas. Cada quadrilha percorre 300 metros em procissão, carregando o andor de duas toneladas, sem contar as flores, os círios e outros complementos.

     Além dos carregadores há as sahumadoras, que manejam incensários diante da procissão, músicos e cantoras que tocam marchas e hinos, um cereiro, que atende às velas colocadas no andor, um mistureiro que coloca as flores no andor, e também os vendedores que oferecem todo tipo de comidas e artigos religiosos.

     As incensadoras e as cantoras integraram oficialmente a Irmandade desde 1962, apesar de estarem presentes desde o início do culto em 1671. Em 1946, foi feita uma reorganização da Irmandade trazendo muitas mudanças fundamentais, até chegar na atual organização.
     Em 1955, houve o reconhecimento formal da Irmandade, pela autoridade eclesiástica, adquirindo o devido tratamento de pessoa Legal e Jurídica (os estatutos foram registrados em cartório em 29 de janeiro de 1959).
     Em 1959, foi comprado o imóvel na Rua Chancay, 451, em Lima. Em 1964, foi aprovado o Estatuto de Eleições Gerais e supressão das zeladoras vitalícias. A partir desse ano os diretores das 20 Quadrilhas, Grupo de Incensadoras e Cantoras são eleitos por votação secreta de todos os seus componentes, os cargos são por três anos e é permitida a reeleição, ajuramenta-se em dezembro e toma-se posse dos cargos em primeiro de janeiro.
     Em 1968, por iniciativa unânime do Corpo de Capatazes criou-se a Condecoração do Nazareno. Em 1971, inaugurou-se os 3 primeiros andares do Edifício O Nazareno, dando início às solenes atividades do bicentenário da igreja das nazarenas e o tricentenário da primeira missa.
     Em 1972, se instituiu o dia da mãe do irmão nazareno. Comprou-se o terreno vizinho e iniciou-se o término dos últimos andares do edifício O Nazareno. Em 1976, inauguração das obras concluídas em ambos os locais.
      Em 1980, elaborou-se um Aateprojeto de estatuto. Cria-se o Escudo da Irmandade.
      Em 1981, foi criado o novo Regulamento de Eleições das Mortuoriales. Desde então os cargos dos diretores são independentes e eleitos por votação secreta. Em 1984, formou-se o Diretório de Sócios Honorários e Benfeitores.

 

 

 
 
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