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História do Senhor dos Milagres
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A Confraria de Pachacamilla

      No ano de 1648, chegou ao Peru o vice-rei Don García Sarmiento Sotomayor
. Durante seu mandato os historiados coincidem em destacar dois sucedidos: uma tragédia e uma grande obra pública.
      A tragédia foi o pavoroso terremoto que destruiu a cidade de Cuzco, às 2 horas da tarde, no dia 31 de março de 1650. Este sismo teve uma duração de 15 minutos e repercutiu violentamente em Lima, causando muitos danos além de deixar várias pessoas feridas. A obra pública, que até hoje existe, é a artística fonte de bronze na Plaza Mayor. Sua inauguração foi no dia 8 de setembro de 1651.
     Nesta época houve outro grande acontecimento, que passou desapercebido, que somente tomaram conhecimento os escravos angolanos da chamada zona de Pachacamilla que já viviam nesta época organizados em confrarias. Segundo os manuscritos da época, e de uma perpétua tradição transmitida fielmente de pai para filho, sabe-se que no ano de 1651 um ignorado e inspirado africano, levado por um impulso superior, pintou em uma das paredes do galpão de sua confraria a imagem do Redentor crucificado, para patrocinar suas reuniões e lhes servir de guia.
     Deve-se aceitar que os africanos da zona de Pachacamilla, por haver rendido culto à admirável pintura do Crucificado e por terem se reunido em irmandade para ajudarem-se em vida e em morte, constituem a origem e o nascimento da grande Irmandade Nazarena.

 



 
 
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